O mundo do além, que vou chamar de plano astral por convenção, está cheio de almas sofredoras ou à espera de passar para um plano de maior
energia.
Muitas pessoas enfrentam os momentos que antecedem a sua morte sem uma preparação adequada. Poucas têm a capacidade de purificar sua
alma antes de deixar o corpo físico de uma forma serena. As pessoas podem ser muito apegadas ao mundo material ou romanticamente ligadas à ele.
Ou a morte pode ter sido dramática, como num acidente ou num campo de batalha. Se visitarmos um desses campos encontraremos milhares de almas
em angústia. E o mesmo vale para os hospitais. Muitas vezes, essas almas nem mesmo são conscientes de terem passado para outro plano e vagam em
busca de um contato que não acontece, devido a nossa total indiferenca para com este problema.
Para se manter nesse plano, que chamamos de astral
inferior, as almas necessitam de energia, que recebem da mídia, como televisão, telefone e Internet (correio eletrônico) e também, e aqui está o
porquê do serviço Caminho da Luz, de seres humanos enfraquecidos. Estas almas atormentadas, que chamamos de entidades, podem ter diferentes razões
para se unirem à um ser humano: para saciar as paixões, por vingança, influência, para manipular e satisfazer suas necessidades materiais, etc.
Embora a entidade não tenha a intenção de causar danos, isto é o que ocorre muitas vezes!
Não devemos temer essas entidades, que nada mais pedem do que ajuda para alcançarem a luz, o que, na maioria dos casos, aceitam de bom grado.
Isto eu pude verificar pessoalmente. Armado com esta experiência, decidi oferecer este serviço de libertação dessas entidades, impulsionado pela
consciência da extensão do fenômeno e da indiferença quase total que a nossa sociedade moderna dedica ao assunto. Eu pratico um método muito
simples e amigável de libertação: essencialmente convenço as entidades a deixarem o astral inferior e alcançarem a luz. Caso as entidades se
recusem, sempre com palavras de amor, eu as coloco em um Œplano de espera¹, de modo que não possam causar prejuízos.
O trabalho terapêutico de libertação envolve:
1. Localização no tempo. Deve ser estabelecida uma relação de causa e efeito entre a possessão e o evento perturbador.
2. As causas da possessão. É importante ressaltar que a pessoa pode ter tido uma participação mais ou menos consciente nesta intrusão.
Deve-se, então, averiguar as causas da fragilização ou de uma atitude errônea que levaram à possessão. Este ponto é muito importante para
evitar a recorrência do fenômeno. O terapeuta, durante o processo de despossessão, não deve colidir com uma dinâmica oposta da pessoa possuída,
caso contrário corre o risco de receber uma descarga energética prejudicial.
3. O ritual da despossessão.
Todo o procedimento é realizado à distância e pela radiestesia, usando uma foto da pessoa a ser tratada.
A partir de minha experiência pessoal, posso dizer que as entidades realmente existem, e que aqueles que habitam o astral inferior
têm diferentes graus de vibração negativa. A taxa mais elevada pode afetar seriamente o corpo físico até nos tornar seriamente doentes.
É importante não só reconhecer a sua existência mas também ajudá-las a ascender à um nível de vibração mais elevada.
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